Radiosótopos
Os radioisótopos permitem estudar a fisiologia e as transformações bioquímicas dos organismos vivos, em condições normais e sem lhes alterar a frigidez.
    A fim de utilizar os radiosótopos com segurança e sem causar prejuízo ao paciente, é necessário levar em consideração uma série de fatores fundamentais, tais como à meia-vida física, meia-vida biológica e meia-vida efetiva do isótopo utilizado, dos quais dependerá a dose recebida pelos diferentes tecidos, ou pelo organismo todo. Também é necessário conhecer os tipos de radiações emitidas e o comportamento metabólico da substância administrada, fatores dos quais dependerão as possibilidades de sua utilização para a análise de determinado fenômeno.


Isotopodiagnose

  Os radioisótopos são utilizados pelos organismos vivos de maneira praticamente idêntica aos elementos químicos naturais, distinguindo-se destes, porém, pelo fato de emitirem radiações que podem ser detectadas, mesmo à distância, e através dos tecidos intactos, por meio de aparelhos especiais. Desta maneira, o radioisótopo pode ser empregado como substância traçadora, indicadora de um fenômeno biológico em estudo, servindo a radioatividade de rõtulo para acompanhar o trajeto d substância administrada, permitindo examinar o funcionamento de um órgão ou tecidos, ou de verificar as transformações da própria substância no organismo vivo pelas suas atividades metabólicas usuais.


Cintilografia:
    Fornece imagens esquematizadas do funcionamento (fisiologia) dos órgãos. Uma substância radioativa é ingerida ou injetada no paciente e se mistura nas reações químicas do organismo. De fora, essa substância é rastreada pela radiação que emite. Sua concentração atesta o funcionamento de um órgão na tela do computador, onde uma escala de cores representa as variações na captação.


Isotopoterapia
    Os radiosótopos são utilizados em doses elevadas, visando o efeito deletério da radioatividade sobre determinados tecidos. Trata-se de um método novo de radioterapia.