Thursday, 2 September 2010, 18:30

Site: Ensino a Distância de Física, Astronomia, Matemática e Tecnologia
Curso: Ensino a Distância de Física, Astronomia, Matemática e Tecnologia (EAD FISICANET)
Glossário: BIOGRAFIAS DE FÍSICOS E ASTRÔNOMOS

Prof. Alberto R. Präss

ABDUL KALAM:





Our Alumnus
B.Sc.Physics
(1951-1954)

t Joseph's College has produced a number of rare and remarkable geniuses, of whom the crown is the President of India, His Excellency, Bharat Ratna Dr A P J Abdul Kalam.    St Joseph's takes genuine pride in mentioning below a handful from the vast number of luminaries who had received their education in this College.


warm Welcome
160th year Celebrations
20-12-2003





Jornal do Brasil-19/04/2002
Físico nuclear eleito presidente na Índia
Cientista participou dos testes de bomba nuclear de 98.

Um muçulmano que, em 98, fez parte do programa de testes das bombas nucleares na Índia foi eleito ontem pelo Parlamento o novo presidente da República. A.P.J. Abdul Kalam derrotou com 89% dos votos sua única rival, Lakshmi Sahgal, ativista do Exército Nacional Indiano.

Sua escolha para o principal cargo simbólico da Índia pela coalizão nacionalista hindu que governa o país foi apoiada por todos os outros partidos, exceto o comunista.

Conhecido por sua facilidade em recitar o Corão, Kalam foi indicado pelo primeiro-ministro Atal Behari Vajpayee depois dos mais violentos confrontos com raízes religiosas e décadas de conflitos com o vizinho Paquistão.

Khushwant Singh, prestigioso escritor indiano, diz que Abdul Kalam foi escolhido para ''expiar os pecados'' cometidos durante os recentes distúrbios em Gujarat, província do Leste, onde 900 pessoas foram mortas, quase todas muçulmanas.

Segundo a oposição e observadores internacionais, as autoridades indianas fizeram vista grossa para os ataques, dos quais a polícia teria participado.

Eleito para um mandato de cinco anos, Kalam - que assumirá a chefia de Estado no próximo dia 24 - recebeu felicitações do presidente paquistanês, Pervez Musharraf.

''Espero poder trabalhar com o senhor pelo estabelecimento de relações sem tensão'', declarou num comunicado.







Date:12/07/2002 URL: http://www.thehindu.com/2002/07/12/stories/2002071201501300.htm



A many-sided genius

By Dr. K. Venkatasubramanian

 

 

The next President of India will be Avul Pakir Jainulabdeen Abdul Kalam, others things being equal. He perhaps will start a new race of non-political Presidents at the Rashtrapati Bhavan or if Sarvepalli Radhakrishnan started this family, he will be the second milestone. People have talked about the many activities of this scientific genius. To recapitulate again his achievement in the field of missile technology is not necessary today.

In his first most impressive press conference, he recalled the images that had stayed in his mind from childhood. He spoke of Jawaharlal Nehru unfurling the tricolour and of Mahatma Gandhi walking barefoot in Noakhali to put out communal flames.

This rural citizen from Rameswaram — coming from a fisherman's family — reached such heights because of his sheer tenacity, combined with simplicity of the highest order and rare sense of uncommon humility.

We were both products of the St. Joseph's College of Tiruchirapalli, the Jesuit institution of Tamil Nadu which was one of the earliest temples of learning. St. Joseph's in those days was known for its discipline, and the college course enabled students to train their minds. Dr. Kalam studied physics under eminent persons such as Prof. P.E. Subramania Iyer, and we studied under eminent Principals such as Rev. Father Jerome D'Souza and Rev. Father Erhart, who etched themselves in the minds of the students. Their rigorous training shaped Dr. Kalam. They ignited the mind of their students and no wonder Dr. Kalam took up the mission of igniting the minds of others.

I had the privilege of working very closely with Dr. Kalam, then Scientific Adviser to the Defence Minister, in the high-level task force on how to make India a super knowledge power. This task force was formed on the call given by the Prime Minister, A.B. Vajpayee. The Deputy Chairman of the Planning Commission, K.C. Pant, was the Chairman and I was the Member Convener. Dr. Kalam headed the Steering Committee. During this period, I came across certain rare qualities in this eminent man of science. We had several sessions and workshops and invited every noted person throughout India to get their views on how to make the country a super knowledge power. Dr. Kalam attended every workshop and seminar and took notes. He later analysed them on a white board in his room for the next day's seminar, just like a class teacher preparing for his lectures. I was usually present with him when he analysed these ideas; he would arrive at conclusions as if he was working on a mathematical sum of calculus. This attention to details and the interest he showed was remarkable.

I have found Dr. Kalam to be always serious about things. He always stood up to issues and analysed them, finally coming to the right conclusions.

The second point that made one admire him was his respect for others and all religions. He was at ease in the Ajmer Dargah and also at the Andal Temple in Sri Villiputhur. He could read with the same gusto the Quran and the Bible and the Bhagavad Gita. When we gave the Centenarian Paramacharya Award of Kanchi to this intellectual in 1997 at Chennai, as the executive president of the Centenarian Trust, I had the privilege of reading the citation. I said then that this remarkable Indian from Tamil Nadu has his motto like Tennyson: ``To strive, to seek, to find and not to yield''.

I completed my speech by saying: ``Let us pray to God Almighty to shower on this rare person his choicest blessings so that India can march from strength to strength in the days to come.''

This was five years ago when I never knew that one day he would go to Raisina Hill. This award was conferred on him by the former President, R. Venkataraman, and patron of the trust.

One more thing in Dr. Kalam that attracted me is his great passion for knowledge. He felt that knowledge alone could uplift a person and make a country great. He often recited `Thirukural' to this effect. His library contains the latest books on every subject. No wonder when we asked him to give a plan to make India a super knowledge power and he gave one mantra to achieve this — ``Knowledge, knowledge and knowledge''. This silent and sincere person of devotion and dedication of a rare variety, I am sure, will deliver the goods.


AKIO MORITA:

Físico AKIO MORITA: Fundador da SONY
(1921 - 1999)

Akio Morita

A trajetória de Akio Morita (1921-1999) é uma parábola perfeita da história do Japão neste século. Sua carreira nasceu das cinzas do pós-guerra, cresceu quando as empresas japonesas pareciam prestes a dominar o mundo e terminou na hora em que o Japão afundava na pior recessão econômica de sua história. Morita foi um dos principais responsáveis pela reinvenção do Japão nas últimas décadas. Ao morrer em outubro de 1999 ele havia realizado uma obra espantosa. A Sony fatura hoje cerca de US$ 60 bilhões, em negócios que vão da produção de eletroeletrônicos à venda de seguros.

Akio nasceu em 1921 com um destino predeterminado: ser o herdeiro do negócio de saquê da abastada família Morita. Contudo, entusiasmado pela música clássica ocidental, que ouvia regularmente, e pelas revistas eletrônicas nipônicas, de que era assinante assíduo, o jovem Morita desde cedo começou a se interessar pela eletrônica, e em particular pela alta fidelidade. Por isso, optou por estudar Física na Universidade Imperial de Osaka. Anos mais tarde, conheceu aquele que viria a ser seu sócio, Masaru Ibuka, um apaixonado por tecnologia que sonhava com produtos inovadores. Em 1946, com apenas US$ 500 doados pelo pai de Morita, nascia a Tokyo Tsushin Kogyo, que logo viria a se transformar em Sony (do latim sonus, som) na intenção de avançar para o mercado externo.

O rádio transistorizado foi a primeira arma escolhida. Os pequenos e resistentes rádios portáteis da Sony depressa conquistaram consumidores em todo o mundo e estabeleceram uma reputação de qualidade e de inovação para a empresa. Mas a genialidade de Morita transparece de fato na criação do walkman. A noção de música individualizada contrariava os hábitos da época e não era claro que o mercado estivesse tão receptivo a um produto tão diferente. Desafiando a posição geral, Morita foi em frente implantando uma estratégia de marketing genial. No lançamento, foram oferecidos aparelhos às principais celebridades da música, arte e esportes, as informações para imprensa foram difundidas em cassetes e ações promocionais foram desenvolvidas nos principais parques de Tóquio. O sucesso foi imediato.

     O criador da Sony foi um gênio dos negócios, e o primeiro entre os japoneses a perceber que teria de se voltar para os Estados Unidos se quisesse crescer. Muito do fascínio exercido por Morita se deve à maneira como ele conquistou o Ocidente. Para vender a imagem da Sony e de seu país, ele mudou-se com a família para os Estados Unidos, aprendeu a falar inglês e agir como um homem de negócios ocidental. Virou um embaixador informal da economia japonesa, e um símbolo da arrancada do Japão nos anos 80. Hoje, seus produtos fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas no mundo inteiro. Tudo resultado da união da criatividade do engenheiro Ibuka com o talento de vendedor de Morita.

http://www.berlitzlife.com.br/index.php?pag=materia&id=1&ident=4&news=3

 

           

Akio Morita - O homem que fez a Sony

A Sony tornou-se uma das primeiras empresas globais pela mão de Akio Morita. A sua estratégia foi, desde sempre, a de pensar e atuar a um nível global

Akio Morita nasceu a 26 de Janeiro de 1921 na cidade de Nagoya, Japão, no seio de uma abastada família de destiladores de saké. Desde muito cedo educado para se tornar o herdeiro do negócio da família, Morita prefere, no entanto, dedicar-se a outras atividades, sobretudo relacionadas com a eletrônica. Estudou Física na Universidade Imperial de Osaka, tendo depois ingressado nas fileiras do exército, numa época em que o Japão se encontrava envolvido na Guerra do Pacífico.

Aqui, em 1944, conheceu Masaru Ibuka e em 1946 fundaram juntos a Tokyo Tsushin Kogyo K.K., uma empresa de engenharia de telecomunicações. A grande oportunidade da empresa surgiu quando compraram uma licença para fazer transistors. Com estes, fizeram rádios portáteis, os primeiros numa longa linha de produtos que desafiaram a realidade convencional da época. A este respeito Akio Morita disse, numa entrevista à revista Time, em 1971: “Eu sabia que precisava de uma arma para entrar no mercado americano e tinha de ser algo diferente, algo que mais ninguém fizesse.”

Morita foi decisivo em conduzir a Sony nas áreas do marketing, finanças e recursos humanos, tendo contribuído grandemente para a gestão global da empresa. Deste modo, a globalização da companhia é, em grande parte, resultado da sua decisão em mudar o nome corporativo da empresa para Sony, em 1958. Esta decisão não foi inicialmente bem recebida, mas Morita acentuou a necessidade de mudar o nome para algo que fosse mais fácil de pronunciar e de lembrar, para que a empresa crescesse e implementasse a sua presença a um nível global.

Em 1960, decidiu mudar-se para os E.U.A. com a sua família, revelando-se esta uma atitude brilhante. Deste modo, conseguiria compreender tanto a cultura Oriental como a Ocidental e combinar o melhor delas. Em 1968, fruto da sua ânsia em diversificar as áreas de atuação da Sony para além da eletrônica, entra no negócio de software para música. Em 1979 funda, no Japão, a Sony Prudential Life Insurance Co, Ltd., tendo mais tarde adquirido a CBS Records Inc., a editora da CBS. Em 1989 compra a Columbia Pitures Entertainment, Inc ., transformando, desta maneira, a Sony numa extensa companhia de entretenimento.

A inovação foi uma das grandes paixões do criador da Sony e é por isso que o sucesso de muitos dos produtos que foram lançados ao longo da história da empresa pode ser atribuído à sua criatividade, dando origem a estilos de vida e culturas completamente novos. Exemplos emblemáticos são o Walkman e o Compat Disc, produtos que hão de marcar para sempre a imagem da marca.

Morita esforçou-se sempre por cultivar a imagem corporativa da Sony assente numa filosofia de liberdade e abertura de espírito, e na vontade de aceitar desafios conseguindo, desta forma, em 1998, que a Sony fosse a marca nº 1 para os consumidores americanos, à frente, por exemplo, da Coca-Cola.

A Sony é hoje uma das marcas globais mais populares. Os produtos da Sony são conhecidos pela sua qualidade e inovação no design. Desde a invenção do Walkman, ao desenvolvimento constante das tecnologias digitais da nova geração, que o nome da Sony é sinônimo de inovação na comunicação audiovisual. Ao entrarmos no novo milênio, a estratégia da Sony tem-se desenvolvido para tornar-se numa empresa de liderança do século XXI graças às atividades abrangentes no setor on-line, da música, do cinema e dos jogos.

Fonte:
http://www.mktonline.net/index.php?cat=2&item=9625&op=1

 

 

ANGELA MERKEL:

A Chanceler Federal

Cinco anos após assumir comando da União Democrata Cristã, Angela Merkel, filha de pastor protestante na ex-Alemanha Oriental, chega ao poder, à frente de uma grande coalizão entre CDU/CSU e SPD.

Eleita com 397 de 611 votos pelo Parlamento alemão, em 22 de novembro de 2005, a democrata-cristã Angela Merkel é a primeira mulher a assumir a chefia do governo na Alemanha.  O fato de vir da ex-Alemanha Oriental e coroar desta maneira sua fulminante carreira política reforça o fato de ser um fenômeno na recente história alemã.

 

Candidata da CDU/CSU ao pleito de 18 de setembro de 2005, ela chega ao cargo de chanceler federal através de um "casamento forçado" com ex-adversários do Partido Social Democrata (SPD). O parceiro predileto de Merkel na coalizão de governo teria sido o Partido Liberal, já aliado no governo de Helmut Kohl, mas a aliança se tornou enviável por não garantir a maioria no Parlamento.

 

Ainda na noite da eleição, o então chanceler federal, o social-democrata Gerhard Schröder, ignorando o fato de que Merkel ganhara a eleição, embora com margem estreita, negou qualquer possibilidade de seu partido participar de um governo sob a liderança da democrata-cristã.

 

Segunda chance

 

A aventura da União Democrata Cristã (CDU) com Merkel começou no ano 2000, quando o partido enfrentava a pior crise de sua história, decorrente de um escândalo de corrupção e obscuro financiamento da legenda. Nas eleições de 2002, a líder da CDU cedeu  a candidatura ao cargo de chanceler federal a Edmund Stoiber, governador da Baviera e presidente da aliada União Social Cristã (CSU). Stoiber perdeu o pleito por estreita margem de votos para Schröder, candidato do SPD em coalizão com o Partido Verde. A derrota dos social-democratas nas eleições estaduais na Renânia do Norte-Vestfália, em maio de 2005, e a moção de confiança solicitada por Schöder no Parlamento representaram nova chance para Merkel.

 

Antes de ser nomeada candidata à chefia de governo, ela enfrentou resistência dentro do próprio partido. Críticos afirmam que lhe faltam os atributos que, de acordo com estereótipos propagados no país, caracterizam um líder político bem-sucedido: o tempo de aprendizado na ala jovem do partido, uma forte rede de relações, poder incontestável dentro da legenda e, sobretudo, elegância no relacionamento com a mídia.

 

Alemã-oriental e protestante

 

Filha de pastor luterano, Angela Merkel nasceu em 17 de julho de 1954, em Hamburgo, mas cresceu em Templin, no Estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental (leste do país). Estudou Física em Leipzig, onde trabalhou na Academia das Ciências e fez doutorado. Subiu ao palco da política somente após a derrocada do comunismo, em 1989, como porta-voz do primeiro governo democrático da República Democrática Alemã (RDA), mas teve uma carreira fulminante.

 

Angela Dorothea Merkel, nascida Kastner, é separada do primeiro marido e casada com o professor de Química Joachim Sauer. Protestante e sem filhos, ela nunca se encaixou no perfil da "velha CDU", dominada por homens católicos do oeste alemão e de raiz conservadora.

 

A "menina de Kohl"

 

O então chanceler federal Helmut Kohl entregou-lhe o Ministério da Família, Idosos, Mulheres e Juventude, e mais tarde, o do Meio Ambiente, entre 1991 e 1998. A imprensa rotulou-a de "menina de Kohl", insinuando que ela devia seus postos exclusivamente à proteção do então chefe de governo em Berlim. O sucessor de Kohl na presidência da CDU, Wolfgang Schäuble, a indicou para o cargo de secretária-geral do partido. Após o escândalo das doações, Merkel foi escolhida para reerguer a CDU.

 

Muitas das velhas e novas raposas do partido imaginavam que seria fácil livrar-se dela, depois que ela tivesse feito o trabalho de faxina. Merkel, porém, firmou-se no comando da legenda. Foi a primeira a se distanciar claramente das maracutaias de Kohl e, mais tarde, até conseguiu se reconciliar com o ex-líder democrata-cristão. Merkel não nega suas raízes cristãs.

 

"Não devemos ocultar que a Europa é profundamente marcada pela tradição judaico-cristã. Em grande parte, a Europa passou pelo Iluminismo. Isso foi uma fase importantíssima também no desenvolvimento do Cristianismo", diz.

 

 A derrota de Stoiber para Schöder em 2002 acabou fortalecendo Merkel, que passou a acumular a presidência de seu partido e a liderança da bancada conjunta da CDU/CSU no Bundestag (câmara baixa do Parlamento). Seus concorrentes tiveram de reconhecer que a "menina de Kohl" é extremamente autoconfiante e decidida no jogo do poder.

 

Todos os chanceleres federais do pós-guerra

  • 1949–1963 – Konrad Adenauer (CDU)
  • 1963–1966 – Ludwig Erhard (CDU)
  • 1966–1969 – Kurt Georg Kiesinger (CDU)
  • 1969–1974 – Willy Brandt (SPD)
  • 1974–1982 – Helmut Schmidt (SPD)
  • 1982–1998 – Helmut Kohl (CDU)
  • 1998–2005 – Gerhard Schröder (SPD)
  • 2005–?       – Angela Merkel (CDU)
 

BRUCE MOLLOY:

Bruce Molloy
CEO

Bruce Molloy has extensive experience building technology companies, developing management teams, and creating products. He has served as the founder, CEO, and board member, of several high technology companies. He is the founder of GeoRiver, a consulting firm providing strategic, business, and financial advisory services for start-up companies.

Mr. Molloy was the CEO of the software company Molloy Group, Inc. that provided Customer Service and CRM solutions to companies such as Hewlett Packard, Accenture, Bear Stearns and others. He invented the patented "Cognitive Processing", technology that enabled the company's products to "learn through experience" automatically. In 1999, the company merged with ServiceWare Technologies, which was later taken public in a successful IPO.

Mr. Molloy was previously Founder and President of TMG, a technology consulting firm which provided consulting services to Fortune 500 companies, including AT&T, Johnson & Johnson, Siemens and others.

In his career, he has designed 5 commercial software products, and won several industry awards, including LAN Magazine (Product of the Year), ServiceNews, NetWork VAR, and Crossroads (One to Watch). He is a recognized authority in Knowledge Management and has been featured in the Wall Street Journal, WCBS Radio, Call Center Magazine, CIO, Profiles Magazine, and Network News.

Mr. Molloy holds a BA in Physics and Music from Columbia University.

Email: <!-- var address = "bmolloy" var domain = "connotate.com" makeEmailLink(); //--> bmolloy@connotate.com



Connotate goes Beyond Search to create actionable intelligence and collect unique and valuable data from the Web. As a leading provider of web-monitoring and web-mining solutions, Connotate uses automation tools and machine-learning information agents that can be trained to do anything a human can to monitor, extract, repurpose and integrate web content.

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ED CATMULL:

25/01/2006

Confirmado: Disney adquire Pixar por 7,4 bilhões de dólares

Arquivado sob: — Marco Andrei @ 8:40

Confirmando a nota de ontem, a Pixar publicou um “press release” comunicando a sua aquisição pela Disney: “Parceiros creativos de longa data formam um novo líder mundial em entretenimento familiar de qualidade”.

Segundo o texto, “Ed Catmull (ex-presidente da Pixar) é nomeado presidente do estúdio de animação combinado Pixar/Disney, e John Lasseter é nomeado Chief Creative Officer (diretor de criação); Steve Jobs vai se unir à diretoria da Disney (como novo membro do Board of Directors)”.

Saiba mais
Pixar: Disney to Acquire Pixar.

Como a Pixar mudou a história dos desenhos animados

Pixar, a equipe de animação que fez Toy Story, Vida de Inseto e Monstros S.A. voltou à tela grande com a aventura submarina Procurando Nemo, que teve excelente desempenho nas bilheterias.

A história de sucesso da Pixar começa em 1995, quando ela lançou Toy Story, que revolucionou a animação e transformou seus realizadores em pioneiros de uma nova forma de fazer desenhos animados.

Oito anos mais tarde, a reputação da Pixar como o Midas da animação está cada vez mais forte.

As bilheterias americanas não foram dominadas em 2003 por Keanu Reeves e seus companheiros de Matrix Reloaded ou pela mais recente encarnação do agora governador Arnold Schwarzenegger como Exterminador, mas pela emocionante história de um peixe em busca de seu filho desaparecido.

Bilheteria

Procurando Nemo, o mais recente longa de animação da Pixar, arrecadou mais de US$ 70 milhões no seu primeiro fim de semana americano, em junho. Desde então, o desenho arrecadou alcançou de bilheteria de mais de US$ 335 milhões apenas nos Estados Unidos.

A empresa tem a fama invejável de transformar em sucesso todas as suas produções - Toy Story, Vida de Inseto (1998), Toy Story 2 (1999) e Monstros S.A.Procurando Nemo. (2001) e

É uma situação vivida por poucos estúdios de Hollywood.

Mas não se trata apenas de filmes e personagens charmosos.

O software RenderMan, desenvolvido pela Pixar para transformar quase imperceptivelmente em ação a animação produzida por computador foi usado em uma gama recente de sucessos, como O Senhor dos Anéis, a série Harry Potter e Pearl Harbor.

A Pixar foi criada há 18 anos, quando o animador John Lasseter deixou seu emprego na Disney para se juntar ao departamento de computação da Lucasfilm, a empresa do criador de Guerra nas Estrelas, George Lucas.

Novas regras

Um ano mais tarde, a companhia foi comprada por Steve Jobs, co-fundador da Apple.

Jobs, Lasseter e o especialista em computação gráfica Ed Catmull inicialmente se concentraram na produção de software. Mas logo eles estavam fazendo curtas e comerciais, com os diretores Andrew Stanton e Pete Docter.

Os curtas que a Pixar fez nos anos 80 e começo dos 90 abriram caminho para as pérolas de longa-metragem que se seguiram.

O primeiro curta foi Luxo Jr, que contava a história de duas luminárias, pai e filho. Ele ganhou o Oscar de melhor curta de animação em 1987.

Mas a Pixar se transformou em uma sensação de verdade em 1995, com Toy Story, parcialmente financiada pela Disney.

De repente, todos os produtores de desenho animado tiveram que jogar fora seus manuais e aprender com a Pixar.

Ações

Toy Story rapidamente fez mais de US$ 320 milhões em todo o mundo e foi a maior bilheteria do ano nos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, a Pixar se tornou uma empresa pública, levantando mais de US$ 140 milhões para se tornar o maior lançamento em bolsa naquele ano.

Isso não se deveu apenas ao sucesso na telona. Ao mesmo tempo em que fazia curtas e comerciais para TV, a Pixar desenvolvia novos softwares.

No momento em que a empresa se prepara para celebrar uma década fazendo longas, a única crítica no caminho de Procurando Nemo é que talvez ele não seja tão "moderninho" quanto seus predecessores.

Considerando o que Ed Catmull disse uma vez ao jornal Los Angeles Times, citando Steve Jobs, para quem a empresa "nunca deveria ser segura", pode-se apostar que a Pixar também tem resposta para isso.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/story/2003/10/printable/031010_nemo1dtl.shtml
Fonte: BBC



Dr. ED CATMULL
President
Dr. Catmull is president and co-founder of Pixar Animation Studios. Previously, he was vice president of the Computer Division of Lucasfilm Ltd., where he managed four development efforts in the areas of computer graphics, video editing, video games and digital audio. Dr. Catmull has been honored with three Scientific and Technical Engineering Awards from The Academy of Motion Picture Arts and Sciences for his work, including an Oscar&reg. He also won the Coons Award, the highest achievement in the computer graphics field, for his lifetime contributions and was awarded the animation industry's Ub Iwerks Award. Dr. Catmull is a member of the Academy of Motion Picture Arts and Sciences and the National Academy of Engineering. Dr. Catmull earned his B.S. degrees in computer science and physics and his Ph.D. in computer science from the University of Utah.





Dr. Edwin Catmull (born 1945 in West Virginia) is a computer scientist and current President of film animation studios, the Disney-Pixar Studios. As a computer scientist, Catmull has contributed to many important developments in computer graphics.

Early in life, Catmull found inspiration in Disney movies such as Peter Pan and Pinocchio and dreamed of becoming a feature film animator. However, he assessed his chances realistically and decided that his talents lay elsewhere. Instead of pursuing a career in the movie industry, he enrolled in the physics and computer science programs at the University of Utah. It was there that he made three fundamental computer graphics discoveries: Z-buffering, texture mapping and bicubic patches. While at the university, he invented algorithms for anti-aliasing and rendering subdivision surfaces and created, in 1974, his earliest contribution to the film industry, an animated version of his left hand for Futureworld, the science fiction sequel to the film Westworld and the first film to use 3D computer graphics.

After leaving the university, Catmull founded the Computer Graphics Lab at the New York Institute of Technology. In 1979 he went to work for George Lucas at Lucasfilm. It was at Lucasfilm that he helped develop digital image compositing technology used to combine multiple images in a convincing way. Later, in 1986, Catmull founded Pixar with Alvy Ray Smith.[1] At Pixar, Catmull was a key developer of the RenderMan rendering system used in films such as Toy Story and Finding Nemo.

In 1993, the Academy of Motion Picture Arts and Sciences presented Catmull with his first Academy Award "for the development of PhotoRealistic RenderMan software which produces images used in motion pictures from 3D computer descriptions of shape and appearance." Again in 1996, he received an Academy Award "for pioneering inventions in Digital Image Compositing". Finally, in 2001, he received an Oscar "for significant advancements to the field of motion picture rendering as exemplified in Pixar's RenderMan."
NAPOLEÃO BONAPARTE:

Napoleão Bonaparte (Napoléon Bonaparte) (Ajaccio, Córsega, França, 15 de Agosto de 1769 - Santa Helena (protetorado britânico, 5 de Maio de 1821) foi o dirigente efectivo da França a partir de 1799 e foi Imperador de França de 18 de Maio de 1804 a 6 de Abril de 1814, adoptando o nome de Napoleão I. Além disso, conquistou e governou grande parte da Europa central e ocidental. Napoleão nomeou muitos membros da família Bonaparte para monarcas, mas eles, em geral, não sobreviveram à sua queda. Foi um dos chamados "monarcas iluminados". No tempo em que vivia tomava banho na frente dos outros sem ter vegonha de mostrar seu corpo.

Napoleão Bonaparte tornou-se uma figura importante no cenário político mundial da época, já que esteve no poder da França por 15 anos e nesse tempo conquistou grandes partes do continente europeu. Os biógrafos afirmam que seu sucesso deu-se devido ao seu talento como estrategista, seu talento para empolgar os soldados com promessas de riqueza e glória após vencidas as batalhas, além de seu espírito de liderança.



Napoleão sempre foi um entusiasta da Ciência, tendo estimulado o desenvolvimento da Física e da Matemática. Ele mesmo realizou alguns estudos quando era estudante da academia militar.

Napoleão procurou se cercar bom cientistas, tais como os físicos e matemáticos:
Pierre-Simon de Laplace, Joseph Louis Lagrange, Jean-Baptiste Joseph Fourier


Com o advento de Napoleão, a ordem era a criação de escolas, porém não havia professores. Todos as cabeças que poderiam ter sido postas imediatamente no trabalho tinham sido guilhotinadas. Tornou-se imperativo treinar uma equipe de mil e quinhentos professores. Para isto foi criada, em 1794, a Escola Normal. Uma nova era no ensino da matemática começou na França. Foram chamados, para lecionar, professores que fossem criadores, sendo proibido ensinar através de anotações. As aulas tinham que ser dadas de pé e deveriam ser um livre intercambio de perguntas e explicações entre o professor e os alunos. O sucesso deste projeto ultrapassou as expectativas e iniciou um dos mais brilhantes períodos da história da matemática e ciência na França.

STEVE JOBS:
"Eu fui um afortunado em começar a trabalhar com computadores quando a indústria era muito nova e idealística. Não existiam muitos cusros de informática e , assim, as pessoas nos computadores eram mentes brilhantes da Física, Matemática, Música, Zoologia, e outros. Amavam os computadores e ninguém realmente pensava em ganhar dinheiro com eles." (Steve Jobs)


Steve Jobs: estudou física (abandonou o curso) em 1976 no Reed College

Reuters
Jobs: próximo passo é a convergência do mundo Disney com o universo Apple
 
 
 


O reino encantado de Steve Jobs
Dono da Apple vende seu estúdio de animação Pixar para a Disney por US$ 7,4 bilhões, torna-se o maior acionista individual da empresa de Mickey e se consagra como o mago do entretenimento

Por darcio oliveira e fábio altman

Steve Jobs, fundador da Apple, subiu ao palco, na conferência de tecnologia All Things Digital, recém realizada em Nova York, e foi logo provocando o público: “quem aí tem um iPod?” A maioria levantou a mão, exibindo o “walkman digital” inventado por ele. Jobs, ainda mais provocativo, deu uma olhadela para Bill Gates, que assistia ao encontro, e lascou: “Ei Bill, relaxa! Pode levantar o seu iPod também”. O dono da rival Microsoft sorriu, um tanto constrangido, e a platéia veio abaixo. Steve Jobs está impossível! Mais arrogante do que nunca, mais rico, mais poderoso. O homem é tratado pela mídia americana como a maior estrela corporativa do século XXI. Não à toa. Na semana passada, o ex-hippie que fundou e ressuscitou a Apple, inventou o mouse e os ícones na tela do computador, levou a animação gráfica a um novo patamar na indústria do cinema e criou a febre do momento – o tocador de MP3 iPod – tornou-se o maior acionista individual da Walt Disney Company. Na terça-feira 24, a empresa do Mickey anunciou que pagará US$ 7,4 bilhões para ficar com a Pixar, o estúdio de animação gráfica de Steve Jobs. Na troca de ações que acontecerá em breve com os herdeiros de Walt, o “chefão” da Pixar ficará com 7% da Disney. Em outras palavras, vendeu mas continua dono.

EFE
Sede da Pixar: Suas produções renderam mais de US$ 3 bilhões em bilheteria

Jobs terá assento no conselho da Disney, vai participar da diretoria da empresa e vigiará de perto os trabalhos da Pixar. Os executivos da Disney sabem que a presença do dono da Apple é imprescindível para o sucesso da divisão de cinema. Nas mãos de Jobs, a Pixar se transformou em uma das maiores referências do setor. Ganhou 15 Oscars e seus filmes, como Os Incríveis, Procurando Nemo e Toy Story, entre outros, têm garantido cerca de US$ 3 bilhões em bilheteria desde 1995. O empresário comprou a Pixar no final dos anos 80. A empresa pertencia a George Lucas e contava com apenas 44 funcionários. Preço do negócio na época: US$ 10 milhões. Valor de mercado da empresa hoje: US$ 7 bilhões.

Jobs jogou direitinho com a Disney. As duas empresas mantinham uma associação (a Pixar produzia e a Disney distribuía os filmes) desde 1990. Com o sucesso das produções, a Pixar começou a exigir participação maior nos lucros. Diante da negativa da Disney, a Pixar anunciou, em janeiro de 2004, que iria interromper a parceria. A Disney entrou em pânico. Seus tradicionais desenhos animados feitos à mão já haviam perdido a preferência do público, assim como as histórias de princesas ou reedições de clássicos com seus principais personagens. São os personagens, aliás, que movimentam os parques temáticos, produtos de consumo e programas de TV a cabo. E nos últimos tempos, Mickey e Pateta tiveram de se curvar ao Senhor Incrível, Nemo ou Buzz LightYear. Eram as criações da Pixar que estavam girando a indústria Disney. Não houve, portanto, outra saída para o Reino Encantado a não ser comprar a Pixar, antes que algum rival o fizesse. A aquisição foi bem recebida pelo mercado: as ações do estúdio de Jobs acumularam alta de 12% no último mês apenas por conta da possibilidade do acordo com a Disney.

O criador do iPod está nas nuvens. Depois de acompanhar as sucessivas altas das ações de seu i-empire (como é conhecido nos EUA o império que junta Apple e Pixar) nas últimas semanas, ele enviou comunicado aos funcionários cutucando novamente um concorrente. “Pessoal, parece que o Michael Dell não é bom em prever o futuro. Nossa empresa, hoje, vale mais que a dele". Jobs se referia a uma declaração do rival feita há 10 anos, quando a Apple passava por dificuldades. Perguntado sobre o que faria se fosse o CEO da Apple, Dell afirmou: “eu a fecharia e devolveria o dinheiro aos acionistas”. Agora veio o troco.

E dá-lhe números. O i-empire de Jobs vendeu 100 iPods por minuto no mundo, só no último trimestre de 2005. Desde que foi lançada, em 2001, a linha de MP3 portátil já comercializou 40 milhões de unidades. A loja virtual iTunes contabiliza 10% das vendas totais de música on line nos EUA. E o valor de mercado da Apple atingiu US$ 72,3 bilhões. No último trimestre de 2005, a empresa registrou o melhor resultado de sua história: US$ 5,7 bilhões de receita e lucro de US$ 565 milhões. Na semana passada, antes de anunciar o acordo com a Disney, Jobs exibiu os primeiros Macintosh com processador Intel. A novidade impulsionou os papéis do i-empire.

“A vantagem de Jobs é que ele é visionário e altamente empreendedor. Ou seja, ele sonha e realiza, enquanto outros apenas sonham”, analisa Daniel Domeneghetti, da E-consulting, especializada em tecnologia. “E, acima de tudo, ele tem uma sorte incrível”, conclui. O que virá agora, depois de Disney, iPods, iTunes? A indústria aposta num iMac que pode funcionar como mini-system e gravador digital de imagens de TV. E o já cantado iPod Câmera, além, é claro, da convergência do mundo Disney com o universo Apple (leia reportagem à pag.60) . Imagine comprar um seriado da Disney no iTunes, baixar num laptop iBook e transferir para um iPod. Steve Jobs é o homem que faz o mundo se divertir. Uma espécie de Walt Disney do século XXI.

VIDAS PARALELAS
Como Walt Disney e Steve Jobs revolucionaram a indústria do entretenimento e da computação até cruzarem o caminho em 1995
Getty Images
DISNEY
Reuters
JOBS

1928
Walt Disney e Ub Iwerks criam o ratinho Mickey. Ele aparece pela primeira vez no desenho animado Steamboat Willie,
pioneiro no uso de trilha sonora.

1976
Ao lado de Steve Wosniak, Jobs põe no mercado o Apple II, o primeiro micro com recursos gráficos, tela colorida e mouse

1937
Branca de Neve e os 7 anões é o primeiro longa de animação da história. Em um
único ano rende US$ 8 milhões nos
Estados Unidos.

1984
Anunciado com estardalhaço no intervalo do Super Bowl, é lançado o Macintosh. Preço inicial de venda: US$ 2495.

1955
Nasce a Disneyland, o pai de todos os parques de diversões, em Anaheim,
no estado da Califórnia. O custo:
US$ 17 milhões

1986
Jobs compra de George Lucas o braço de animação da LucasFilm. O valor: US$ 10 milhões. Surge a Pixar.


1995

Disney e Pixar lançam o longa Toy Story, primeiro da história totalmente produzido de modo digital. O filme rendeu US$ 191 milhões. Era o ínicio de uma longa parceria.

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/437/negocios/reino_steve_jobs.htm#vidas

 

 

 

 

Você tem que encontrar o que você ama

Veja a íntegra do discurso de Steve Jobs, o criador da Apple, para os formandos de StanfordPor Steve Jobs, o criador da Apple, na Stanford

Steve Jobs

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

 

A primeira história é sobre ligar os pontos

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?


Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: "Apareceu um garoto. Vocês o querem?" Eles disseram: "É claro." Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.


E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.


Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.


Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.


Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.


De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação - o Macintosh - e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.


Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.


Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: "Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último". Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: "Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?" E se a resposta é "não" por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo -  expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.


Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas - que é o código dos médicos para "preparar para morrer". Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.


O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: "Continue com fome, continue bobo". Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado. 

http://vocesa.abril.uol.com.br/evolucao/aberto/ar_80039.shtml

 















Steve Paul Jobs Born 1955 Los Altos CA; Evangelic bad boy who, with Steve Wozniak, co-founded Apple Computer Corporation and became a multimillionaire before the age of 30. Subsequently started the NeXT Corporation to provide an educational system at a reasonable price, but found that software was a better seller than hardware. Educ: Ungraduated, Physics, literature, and poetry, Reed College, OR; Prof. Exp: Atari Corporation; Apple Corporation; NeXT Corporation. Going to work for Atari after leaving Reed College, Jobs renewed his friendship with Steve Wozniak. The two designed computer games for Atari and a telephone "blue box", getting much of their impetus from the Homebrew Computer Club. Beginning work in the Job's family garage they managed to make their first "killing" when the Byte Shop in Mountain View bought their first fifty fully assembled computers. On this basis the Apple Corporation was founded, the name based on Job's favorite fruit and the logo (initially used as the unregistered logo of the ACM APL Conference in San Francisco) chosen to play on both the company name and the word byte. Through the early 1980's Jobs controlled the business side of the corporation, successively hiring presidents who would take











http://web.reed.edu/cis/about_cis/history.html


Site pessoal:


Steve Jobs
1 Infinite Loop
Cupertino, CA 95014
(408) 996-1010
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(408) 996-1010
(408) 996-1010
steve@mac.com
I'm looking for a fixer-upper with a solid foundation. Am willing to tear down walls, build bridges, and light fires. I have great experience, lots of energy, a bit of that "vision thing" and I'm not afraid to start from the beginning.
  Apple Computer, Inc.
1997-Present
Helped company to once again create phenomenal products such as iMac, iBook, G4, PowerBook, iTools, iMovie, Mac OS X, iTunes, iPod, iPhoto, etc...

Part of the team that positioned company to trailblaze (once again) onto the Internet, into 2002 and beyond. We create computers that are fun, powerful, and easy to use.

  Pixar Animation Studios
1986-Present
TONY NAVARRA:
Tony Navarra, Director of iLoop Mobile

Anthony J. Navarra is President of Globalstar, the world’s leading provider of mobile satellite phone services, offering high-quality voice and data communications across well over 100 countries.

Prior to assuming his current position in September 1999, Mr. Navarra was executive vice president of strategic development and acting chief operating officer for Globalstar. In this position, Mr. Navarra was responsible for the acquisition of partners for Globalstar, developing the business plan and marketing the satellite mobile services. He also oversaw functions of all departments including international business development, marketing, engineering, development and production, finance and administration, regulatory affairs and system applications.

Prior to joining Globalstar, Mr. Navarra served as marketing vice president at the Rolm MilSpec Computer Division for Loral Corporation responsible for managing the product development of military computers, high speed mass storage devices and satellite communication processors. He developed and manufactured the embedded computers and signal processor for the U.S. Department of Defense advanced data processing program on the Airborne National Command Post for the President of the United States, Air Force One, and various fixed, mobile and airborne satellite terminals.

Mr. Navarra holds a Bachelor of Science degree in Physics from the University of San Francisco and Master of Science degree in Systems Management from the University of Southern California. He received post degree work experience in the theory of Satellite Communications while attending the U.S. Army Signal Corps at Ft. Monmouth, New Jersey. Mr. Navarra has continued post-graduate work at Stanford University in business and management. He continues to provide guest telecommunications courses at the University of San Francisco McClaren Business School and is a member of the USF Telecom Board.


iLoop Mobile is the leading mobile application software company. iLoop Mobile sells managed mobile application platforms to content owners from small to the Fortune 100 companies . Our suite of patent-pending products, Dimension Interactive, Dimension Subscription, and Dimension Storefront allows content owners to create, connect, and control mobile phone campaigns across the Americas, Europe, and Asia. iLoop Mobile is privately held and is located in San Jose, California. iLoop Mobile is an active member and sits on the board of the Mobile Marketing Association (MMA).