Quando a fase propulsiva termina, o problema pode ser aproximado, em um modelo simplificado, ao movimento de um projétil submetido à gravidade.
Desprezando inicialmente a resistência do ar:
$x(t) = v_0 \cos(\theta) t$
$y(t) = y_0 + v_0 \sin(\theta) t - \frac{1}{2} g t^2$
Estas equações permitem estudar:
Figura 3. Após a fase de propulsão, uma aproximação inicial permite estudar o movimento como um lançamento oblíquo. Na prática, o arrasto do ar, o vento e outras condições tornam a trajetória real diferente da parábola ideal.
A simulação abaixo permite explorar um dos conceitos mais conhecidos do lançamento de foguetes: a influência do ângulo e da velocidade inicial. Ela utiliza o modelo ideal de lançamento de projéteis e, portanto, não representa toda a complexidade de um foguete de água real.