A magnetohipertermia é um procedimento terapêutico que se baseia na elevação da temperatura das células de uma região específica do corpo que estejam afetadas por um tumor. Nesse tipo de tratamento, nanopartículas magnéticas são fagocitadas pelas células tumorais, e um campo magnético alternado externo é utilizado para promover a agitação das nanopartículas e consequente aquecimento da célula.
A elevação de temperatura descrita ocorre porque
Na magnetohipertermia, as nanopartículas magnéticas dentro das células tumorais são submetidas a um campo magnético alternado. Esse campo faz com que as partículas girem, oscilem e mudem sua orientação. Esse movimento gera dissipação de energia no meio celular, devido a atrito, relaxações internas e perdas magnéticas. Essa energia dissipada se converte em calor, elevando a temperatura da célula tumoral.
Análise das alternativas:
(A) Incorreta — o tumor não absorve um “campo magnético” como calor.
(B) Correta — o campo alternado provoca rotação e agitação das nanopartículas, gerando calor por atrito e perdas magnéticas.
(C) Incorreta — a interação magnética direta não é o mecanismo de aquecimento.
(D) Incorreta — o campo magnético não fornece calor diretamente; ele fornece energia que é dissipada pelas partículas.
(E) Incorreta — o campo é alternado, não acelera partículas em um único sentido.