As equações da Física constituem a linguagem matemática fundamental pela qual a humanidade descreve e interpreta os fenômenos da natureza. Desde a mecânica clássica que rege o movimento dos corpos cotidianos até a mecânica quântica e a relatividade geral, as fórmulas físicas condensam séculos de observações experimentais e desenvolvimento teórico.
Uma equação física não é apenas uma relação algébrica entre grandezas; ela expressa princípios, leis de conservação, simetrias e relações quantitativas que permitem descrever e prever fenômenos naturais.
Nesta seção você encontrará uma compilação abrangente de equações e fórmulas da Física, organizadas por categorias e níveis de ensino, acompanhadas de descrições, representações simbólicas e referências.
Módulo do vetor campo elétrico gerado por uma carga elétrica puntiforme q a uma distância r no vácuo ou meio homogêneo.
Calcula o campo magnético uniforme no interior de uma bobina longa (solenóide) com n espiras por unidade de comprimento.
Relaciona carga armazenada com tensão aplicada.
Energia potencial magnética armazenada em um indutor de autoindutância L percorrido por corrente I.
Energia armazenada no campo elétrico de um capacitor.
Descreve propagação de ondas eletromagnéticas no vácuo.
Modelo para crescimento de corrente em circuitos RL.
Modelo para osciladores elétricos amortecidos.
Modelo de ondas eletromagnéticas estacionárias em meios lineares.
Forma covariante das equações de Maxwell.
Modelos eletromagnéticos com operadores fracionários.
Modela meios dielétricos não lineares.
Modela campos em meios condutores.
Modela meios dielétricos com resposta não linear.
Relaciona variação temporal do campo magnético ao campo elétrico induzido.
Força de Lorentz exercida sobre uma partícula carregada com carga q movendo-se com velocidade \vec{v} imersa em um campo magnético \vec{B}.
Força magnética exercida sobre um fio condutor de comprimento L percorrido por uma corrente I imerso em um campo magnético uniforme \vec{B}.
Frequência na qual as reatâncias indutiva e capacitiva se anulam, maximizando a corrente do circuito RLC.
Relação de amplificação linear em circuitos com amplificadores operacionais.
Define oposição total à corrente alternada em circuitos ressonantes.
Resistência total equivalente (impedância Z) oferecida por uma associação série de resistor, indutor e capacitor à corrente alternada.
Terceira equação de Maxwell na forma integral/diferencial resumida, determinando que uma variação no fluxo magnético \Phi_B induz uma força eletromotriz \mathcal{E}.
A soma das tensões em uma malha fechada é zero.
Campo magnético ao redor de correntes estacionárias.
Quarta equação de Maxwell, mostrando que campos magnéticos são gerados por correntes elétricas e por variações temporais do campo elétrico.
Inclui a corrente de deslocamento, completando o conjunto das equações de Maxwell.
Calcula o campo magnético elemental gerado por um elemento de corrente elétrica (Id\vec{l}) no espaço.
Calcula a força elétrica estática entre duas cargas puntiformes q_1 e q_2 separadas por uma distância r, onde k_e é a constante eletrostática do meio.
Relaciona variação temporal do fluxo magnético à força eletromotriz induzida.
Fluxo elétrico total é proporcional à carga interna.
Não existem monopólos magnéticos.
Relaciona a ddp (tensão elétrica V) aplicada a um resistor com a intensidade da corrente elétrica I que o percorre e sua resistência elétrica R.
Relaciona densidade de corrente ao campo elétrico em materiais condutores.
Relaciona densidade de corrente ao campo elétrico.
Conservação de corrente elétrica em um nó.
Mede a taxa com que a energia elétrica é convertida em outras formas de energia (como calor por efeito Joule) em um circuito.
Oposição oferecida por um capacitor em circuitos de corrente alternada.
Oposição que um indutor oferece à passagem de corrente alternada de frequência f.
Identidade fundamental para simplificação de portas lógicas digitais.
Ferramenta essencial para análise de sistemas discretos, controle digital e processamento de sinais.
Modela a resposta temporal de carregamento em circuitos RC.
Ácido orgânico tricarboxílico interveniente central no ciclo de Krebs.
Caracteriza a resposta temporal de carregamento elétrico da membrana celular em modelos neuronais.
Mede a energia média depositada por radiação ionizante por unidade de massa de matéria.
Soma ponderada das doses equivalentes nos diferentes tecidos e órgãos do corpo humano.
Pondera a dose absorvida pelo fator de peso biológico do tipo de radiação R.
Modela atenuação da intensidade acústica em tecidos biológicos.
Modelo simplificado para potencial de membrana neuronal.
Relaciona absorvância óptica com concentração de substâncias em tecidos biológicos.
Equações fundamentais para dinâmica do magnetismo nuclear.
Modela o alcance de prótons em tecidos para planejamento de radioterapia.
Modela propagação elétrica ao longo de dendritos e axônios.
Define índice de dose em tomografia computadorizada.
Relaciona kerma com dose absorvida considerando fração de energia perdida por radiação secundária.
Modelo para transporte difusivo de fótons em tecidos biológicos.
Modelo multigrupo para fluxo de nêutrons.
Modela consumo e difusão de oxigênio em tecidos tumorais.
Modelo tensorial para difusão anisotrópica.
Calcula dose biológica equivalente em radioterapia.
Modelo simplificado para dose em exames radiológicos.
Relaciona fluência de partículas com dose absorvida em radioterapia.
Descreve o fluxo difusivo de substâncias através de membranas biológicas.
Base matemática da formação de imagens por RM.
Base matemática da RM tridimensional.
Base matemática da tomografia computadorizada.
Determina o potencial de membrana em repouso considerando a permeabilidade a múltiplos íons.
Modela a cooperação e saturação na ligação de ligantes a macromoléculas biológicas (como oxigênio à hemoglobina).
Modelo fundamental para correntes iônicas em neurônios.
Modelo biológico completo para geração de potenciais de ação.
Versão reduzida do modelo HH para correntes totais.
Define energia cinética transferida por radiação ionizante por unidade de massa.
Define a frequência de precessão dos spins nucleares em RM.
Representação linearizada da cinética de Michaelis-Menten para determinação de parâmetros.
Modela cinética enzimática em sistemas biológicos.
Calcula o potencial de equilíbrio eletroquímico para um íon através de uma membrana celular semipermeável.
Modela o fluxo sanguíneo laminar em vasos sanguíneos cilíndricos.
Modela produção de raios-X por desaceleração de elétrons.
Modelo empírico para alcance de elétrons em tecidos.
Método padrão de reconstrução de imagens em tomografia.
Método de retroprojeção filtrada tridimensional.
Modela recuperação longitudinal do magnetismo nuclear.
Modela decaimento transversal do magnetismo nuclear.
Define resolução axial em sistemas de ultrassom.
Relaciona resolução espacial ao limite máximo de amostragem no espaço-k.
Modelo para sobrevivência celular após radiação.
Modela relação sinal-ruído em imagens de RM.
Modelo completo para espalhamento e absorção de luz em meios biológicos.
Modela distribuição térmica em núcleos de reatores.
Inclui perfusão sanguínea no transporte de drogas.
Modela transporte de fótons em planejamento radioterápico.
Modela propagação passiva de sinais em axônios.
Descreve a distribuição de íons permeáveis através de uma membrana na presença de íons impermeáveis.
Mede o estado de criticidade de um reator nuclear comparando a produção com as perdas por absorção e vazamento.
O aminoácido mais simples e o único não quiral encontrado em proteínas.
Monossacarídeo essencial para o metabolismo energético celular e respiração.
Descreve a atenuação da intensidade de um feixe de radiação ao atravessar uma espessura x de material.
Modela a atenuação da luz em tecidos devido à absorção óptica.
Relaciona a intensidade da radiação com o quadrado da distância à fonte pontual.
Probabilidade por unidade de comprimento de uma interação de nêutrons em um meio material.
Composto orgânico nitrogenado, principal forma de excreção de nitrogênio em mamíferos.
Associa comportamento ondulatório a partículas materiais.
Relaciona momento linear à natureza ondulatória da matéria.
Relação fundamental entre operadores conjugados.
Relaciona a energia cinética máxima K_{\max} dos elétrons arrancados de um metal com a energia do fóton incidente (hf) e a função trabalho (\phi).
Modelo para perda de energia de partículas carregadas pesadas em matéria.
Define estados eletrônicos em cristais periódicos.
Modelo para fluxo de nêutrons em reatores nucleares.
Equação relativística para férmions, incorporando spin 1/2.
Inclui interação escalar em férmions relativísticos.
Modela interação eletromagnética relativística de férmions.
Modelo para elétrons quase-relativísticos em grafeno.
Versão completa da equação de Dirac em três dimensões.
Modelo para quasipartículas em supercondutores.
Modelo para férmions de Majorana, candidatos a neutrinos reais.
Inclui momento magnético anômalo de férmions.
Equação fundamental para campos clássicos e quânticos.
Modelo fenomenológico para supercondutores.
Relaciona fase quântica e tensão em junções Josephson.
Modelo para corrente alternada em junções Josephson.
Modelo para corrente contínua em junções Josephson.
Equação relativística para campos escalares.
Versão com potencial externo para campos escalares relativísticos.
Modelo analítico para bandas de energia em sólidos.
Modelo para corrente supercondutora e efeito Meissner.
Descreve campos vetoriais massivos.
Inclui fontes externas para campos vetoriais massivos.
Equação fundamental da mecânica quântica não relativística, que rege a evolução temporal da função de onda \psi de um sistema quântico sob a ação de um potencial V.
Inclui potencial externo, modelando sistemas ligados.
Descreve evolução temporal de estados quânticos.
Modela sistemas quânticos abertos sujeitos a ruído e dissipação.
Inclui ruído quântico na evolução temporal.
Equação fundamental que descreve estados estacionários de sistemas quânticos.
Base para tunelamento quântico.
Modelo quântico para campos com spin.
Modelo fracionário para campos quânticos com spin.
Modelo quântico de campos escalares.
Modelo quântico de campos vetoriais.
Extensão fracionária da dinâmica de campos vetoriais em teorias quânticas.
Modelo para tunelamento ressonante em estruturas quânticas.
Modelo fundamental da estrutura atômica.
Modelo fundamental para vibrações quânticas.
Modelo tridimensional de confinamento quântico.
Inclui interação com campos eletromagnéticos.
Descreve evolução de uma partícula sem potencial externo.
Versão simplificada da equação de Dirac.
Modela confinamento parcial e tunelamento.
Modelo para confinamento assimétrico em sistemas quânticos.
Modelo básico de confinamento quântico.
Modela desordem e localização de Anderson.
Modelo para desordem bidimensional e localização de Anderson.
Modelo tridimensional para desordem quântica.
Modelo para confinamento de quarks em QCD.
Modelo para anéis quânticos usados em dispositivos nanoeletrônicos.
Modelo para simulações de materiais cristalinos.
Modelo para interação entre átomos neutros.
Modelo para desordem e localização de Anderson.
Modelo para degraus aleatórios em sistemas quânticos.
Modelo para barreiras múltiplas em dispositivos quânticos.
Modelo para desordem aleatória em nanoestruturas.
Modelo para desordem estocástica em sistemas quânticos.
Modelo para heteroestruturas semicondutoras multicamadas.
Modelo para redes cristalinas unidimensionais.
Modelo para sólidos tridimensionais periódicos.
Modelo básico de espalhamento quântico em barreiras simples.
Modelo tridimensional de oscilador quântico.
Modelo para elétrons em redes hexagonais como grafeno.
Modelo de interação de curto alcance semelhante ao Yukawa.
Modelo para vibrações rotacionais de moléculas diatômicas.
Modelo para vibrações moleculares.
Modelo para cristais bidimensionais.
Modelo geral para potenciais periódicos em sólidos.
Modelo quântico com potencial parabólico.
Modelo quântico não linear usado em física de campos.
Modelo clássico de confinamento com poço finito.
Modelo realista para potenciais nucleares.
Modelo de interação nuclear de curto alcance.
Modelo tight-binding para redes cristalinas.
Modela precessão de spin em campos magnéticos.
Usada em sistemas com simetria esférica, como átomo de hidrogênio.
Modelo cinético para plasmas collisionless.
Equação fundamental de teorias de calibre não abelianas.
Representa um estado biquântico maximalmente emaranhado.
Descreve a dinâmica de circuitos quânticos sob operadores unitários.
Estabelece que a energia de um fóton quantizado é diretamente proporcional à frequência f da radiação, sendo h a constante de Planck.
Relaciona a atividade radioativa de uma amostra com o número de núcleos radioativos e a constante de decaimento.
Porta fundamental para criação de emaranhamento.
Cria estados de superposição quântica a partir de estados base.
Equivalente quântico da porta NOT.
Gera rotações quânticas com fase complexa.
Inverte a fase do estado |1⟩.
Estabelece um limite fundamental na mecânica quântica para a precisão simultânea com que se podem medir pares de observáveis conjugados, como posição x e momento p.
Limite fundamental da precisão simultânea de posição e momento.
Equação fundamental para estados estacionários.
Operador fundamental em algoritmos quânticos.
Na mecânica, a aceleração é obtida pela derivada temporal da velocidade e, consequentemente, pela derivada segunda da função horária da posição em relação ao tempo.
Usados para modos normais de vibração, estados quânticos, estabilidade de sistemas e transformações lineares.
Permite determinar a quantidade total de carga elétrica Q que atravessa a seção transversal de um condutor num intervalo de tempo, integrando a função da corrente elétrica variável I(t).
Mede a força e a direção da correlação linear entre duas variáveis.
Mede a proporção da variância na variável dependente que é previsível a partir das independentes.
Mede a variabilidade conjunta de duas variáveis aleatórias.
Fatoração matricial essencial em ciência de dados, compressão e SVD.
Garante que a proporção de valores que se afastam da média seja limitada.
Raiz quadrada da variância, amplamente usada em física experimental.
Fórmula analítica para o determinante de matrizes de ordem 2.
O cálculo do determinante de uma matriz simbólica 3x3 define o produto vetorial entre dois vetores físicos, gerando grandezas fundamentais como o torque, momento angular e força magnética.
Cálculo de determinantes através da expansão em cofatores.
Simplifica sistemas lineares, resolve EDOs acopladas e modela sistemas físicos com simetrias.
Equação fundamental para trajetórias, colisões, óptica geométrica e mecânica.
Modela proporções e probabilidades em sistemas biológicos e físicos.
Descreve o sucesso em n tentativas independentes de Bernoulli.
Usada em espectroscopia e ressonância para modelar picos de energia.
Modelo para eventos binários simples.
Usada em modelagem de eventos extremos.
Modela fenômenos com caudas longas, como renda e falhas mecânicas.
Modela a probabilidade de um número de eventos ocorrendo em um intervalo fixo.
Modela amplitudes de sinais combinados em física e telecomunicações.
Usada em análise de confiabilidade, fadiga de materiais e estatística de falhas.
Modela o tempo entre eventos em um processo de Poisson.
Usada em testes de variância e regressão.
Usada em modelagem de tempos de vida e processos biológicos.
Modela número de tentativas até o primeiro sucesso.
Modela amostragem sem reposição.
Modela ruído com caudas mais pesadas que a normal.
Modela grandezas biológicas e físicas que crescem multiplicativamente.
Modelo para crescimento populacional e funções de ativação.
Generalização da distribuição binomial para múltiplas categorias.
Função densidade da distribuição normal, fundamental em análise de erros experimentais e ruído físico.
Usada para estimar médias de populações com amostras pequenas.
Modelo para variáveis igualmente prováveis.
Modelo para eventos discretos igualmente prováveis.
Mede a presença de fontes ou sumidouros em um campo vetorial, fundamental em equações de Maxwell e dinâmica de fluidos.
Equação diferencial ordinária de 1ª ordem que descreve a desintegração espontânea de núcleos atômicos instáveis ao longo do tempo, onde \lambda é a constante de decaimento do isótopo.
EDO linear homogênea de 2ª ordem que modela o comportamento de sistemas oscilatórios reais sujeitos a forças dissipativas de atrito ou resistência viscosa (coeficiente b).
Mede a incerteza ou quantidade de informação de uma variável aleatória.
Descreve ondas mecânicas, acústicas e eletromagnéticas.
Modelo básico de transporte não linear.
Modela difração, óptica e comportamento de partículas em potenciais lineares.
Relaciona uma transformação linear, seu autovetor e autovalor correspondente.
Modelo diferencial para precificação de opções financeiras, usado também em física estatística.
Equação diferencial com coeficientes proporcionais a potências de x.
Base para processos de Markov contínuos.
Importante em aproximação numérica e teoria de polinômios ortogonais.
Modela condução térmica, difusão química e processos estocásticos.
Modela difusão com termo de geração ou absorção.
Modela difusão com termo de reação química ou biológica.
Modela difusão anômala com operadores fracionários.
Generaliza difusão para operadores fracionários em várias dimensões.
Versão reduzida da equação de Dirac para sistemas unidimensionais.
Modelo para partículas sem massa como neutrinos idealizados.
Modelo para dinâmica de campos escalares em transições de fase.
Modela difusão com crescimento populacional, usada em biologia e física estatística.
Modela difusão térmica com fonte decrescente.
Modelo de difusão não linear (equação porosa).
Equação diferencial que surge na separação de variáveis de problemas de propagação de ondas harmônicas no tempo, onde k representa o número de onda.
Equação diferencial parcial elíptica fundamental que descreve potenciais em regiões livres de fontes, campos eletrostáticos no vácuo e estados estacionários de temperatura.
Aplicada em problemas de condução térmica e eletrostática com simetria cilíndrica.
Usada em problemas com simetria esférica, como campos gravitacionais e elétricos.
Generalização fracionária da equação de Laplace.
Generalização do operador de Laplace para variedades curvas, essencial em relatividade geral.
Modelo fundamental para sistemas estocásticos com estados discretos.
Modelo para ondas anômalas em meios complexos.
Generalização da equação de Laplace para meios que contêm distribuições de fontes (como carga elétrica \rho ou massa), ligando o potencial à densidade de fonte.
EDO não linear com aplicações em controle, física quântica e relatividade.
Fluxo geométrico usado em topologia e relatividade.
Modelo quântico com operadores fracionários.
Modelo para vibrações moleculares não harmônicas.
Forma geral para sistemas quânticos multidimensionais.
Modelo para bandas eletrônicas em cristais.
Modelo para confinamento retangular bidimensional.
Modelo tridimensional de confinamento retangular.
Modelo para confinamento circular bidimensional.
Modelo para barreiras assimétricas em sistemas quânticos.
Modelo para confinamento com barreiras externas adicionais.
Modelo para poços com barreiras internas acopladas.
Modelo para múltiplos degraus de potencial.
Modelo para degraus com decaimento exponencial.
Modelo para poços com degraus externos.
Modelo para poços com degraus internos.
Modelo para degraus com crescimento logarítmico.
Modelo para degraus modulados sinusoidalmente.
Modelo para degraus com variação quadrática de potencial.
Modelo para tunelamento quântico em barreiras múltiplas internas.
Modelo para potenciais modulados periodicamente.
Modelo para confinamento cônico em sistemas quânticos.
Modelo para confinamento anisotrópico elíptico.
Modelo tridimensional de confinamento esférico.
Modelo suave de confinamento quântico com perfil gaussiano.
Modelo para confinamento paraboloidal.
Modelo geométrico para confinamento piramidal.
Modelo para confinamento toroidal usado em física de plasmas e nanoestruturas.
Modelo para múltiplos poços quânticos acoplados.
Modelo idealizado de poço de potencial pontual.
Potencial usado em modelos de barreiras suaves.
Modelo para barreiras exponenciais.
Modelo suave de confinamento quântico bidimensional com perfil gaussiano.
Modelo tridimensional de confinamento quântico suave.
Modelo tridimensional anisotrópico usado em armadilhas atômicas.
Modelo para partículas em campos lineares.
Modelo quântico com potencial logarítmico, usado em sistemas confinados.
Modelo suave de barreira com forma logística.
Modelo instável usado em caos quântico multidimensional.
Potencial exatamente solúvel usado em modelos de espalhamento.
Modelo instável usado em estudos de caos quântico.
Modelo não linear multidimensional usado em física de campos.
Potencial exatamente solúvel com aplicações em supersimetria quântica.
Modelo para partículas em potenciais periódicos.
Modelo para campos lineares crescentes.
Versão relativística da equação de Schrödinger usando operador raiz.
Modela condução térmica não local.
Modela propagação de sinais, ondas sem dispersão e advecção em fluidos.
Equação diferencial ordinária de segunda ordem que surge naturalmente na resolução de problemas físicos com simetria cilíndrica, como vibrações de membranas e guias de ondas.
Equação diferencial ordinária que aparece na mecânica quântica ao resolver os estados estacionários do oscilador harmônico, gerando os polinômios ortogonais de Hermite.
Equação diferencial ordinária que aparece na resolução de problemas com simetria esférica (coordenadas esféricas), cujas soluções geram os polinômios de Legendre.
Define superfícies planas em 3D, essenciais em mecânica, colisões e computação gráfica.
Usada para descrever trajetórias, movimentos retilíneos e raios de luz.
Condições necessárias e suficientes para que uma função complexa seja analítica (diferenciável), fundamentais em eletrostática bidimensional e escoamento de fluidos.
Funções logarítmicas utilizadas para comprimir vastas faixas de valores numéricos em escalas lineares manejáveis, aplicadas na intensidade sonora (decibéis), química (pH) e sismologia (Richter).
Usada em testes de hipóteses para avaliar aderência ou independência de dados.
Série analítica usada na resolução de sistemas de EDOs lineares.
Polinômio homogêneo de segundo grau associado a matrizes simétricas.
Mede a plausibilidade de um conjunto de parâmetros dado um conjunto de observações.
Ferramenta para cálculo de momentos e cumulantes.
Usada para estudar distribuições discretas.
Indica a direção de maior crescimento de um campo escalar, essencial em potenciais elétricos, gravitacionais e térmicos.
Transposta da matriz de cofatores aplicada na inversão algébrica.
Matriz cuja transposta é igual ao seu oposto aditivo.
Matriz quadrada binária que rearranja linhas ou colunas.
Operação matricial utilizada na Física para transformar as coordenadas cartesianas de vetores de posição ou campos quando o sistema de referência sofre uma rotação de um ângulo \theta.
Matriz complexa igual à sua transposta conjugada.
Matriz que, multiplicada pela original, resulta na matriz identidade.
Usada em transformações de coordenadas, mecânica analítica, robótica e fluidos.
Matriz cujas colunas e linhas formam bases ortonormais.
Operador linear complexo que preserva o produto interno.
Define o produto algébrico entre duas matrizes compatíveis.
Equação fundamental para a determinação dos autovalores de uma matriz.
Multiplicação componente a componente de matrizes de mesma dimensão.
Produto tensorial entre duas matrizes de dimensões arbitrárias.
Conceito algébrico de progressão aritmética aplicado ao movimento retilíneo uniformemente variado, onde a aceleração constante atua como a razão da sequência de velocidades.
Generalização da matriz inversa para sistemas não quadrados ou singulares.
O maior valor absoluto dentre os autovalores da matriz.
Regra fundamental para derivar funções compostas, essencial em modelagem física onde variáveis dependem de outras intermediárias, como temperatura dependente da posição que depende do tempo.
Usada para derivar integrais dependentes do tempo, como fluxo variável, trabalho em sistemas dinâmicos e equações de transporte.
Quantifica a tendência de rotação de um campo vetorial, essencial em fluidos e eletromagnetismo.
Estabelece que a soma de variáveis aleatórias independentes tende a uma distribuição normal.
Teorema integral que relaciona o fluxo de um campo vetorial através de uma superfície fechada com a integral da divergência desse campo no volume interior.
Toda matriz quadrada satisfaz o seu próprio polinômio característico.
Estabelece que a energia total de um sinal no domínio do tempo é proporcional à integral do quadrado de sua transformada de Fourier no domínio da frequência.
Relaciona a integral de superfície do rotacional de um campo vetorial com a integral de linha desse campo ao longo da curva fechada que delimita a superfície.
Relaciona as dimensões do espaço imagem e do núcleo de uma matriz.
Aplica a integral definida para calcular o trabalho físico efetuado por uma força que varia de intensidade ao longo do deslocamento, como a força elástica exercida por uma mola.
Soma dos elementos da diagonal principal de uma matriz quadrada.
Ferramenta essencial para análise de sinais, ondas, vibrações, óptica, eletrônica e mecânica quântica.
Usada em análise espectral de sinais biomédicos.
Decompõe um sinal temporal f(t) em seus componentes de frequência, essencial em análise de ondas e processamento de sinais.
Usada para análise de sinais, envelope analítico e processamento de áudio.
Usada para resolver equações diferenciais lineares, modelar circuitos elétricos, sistemas de controle e dinâmica de fluidos.
Usada para resolver equações diferenciais estocásticas.
Recupera funções originais a partir de suas transformadas de Laplace.
Usada para mudar variáveis em mecânica analítica, termodinâmica e otimização.
Importante em teoria de números, processamento de imagens e equações diferenciais.
Base da análise espectral digital.
Ferramenta para análise tempo-frequência, usada em engenharia, geofísica e compressão de dados.
Base da compressão JPEG2000 e análise multirresolução.
Operação que troca as linhas pelas colunas de uma matriz.
Representa a média ponderada de todos os valores possíveis de uma variável aleatória.
Medida da dispersão de valores em torno da média, essencial em análise de dados experimentais.
Conceito fundamental de limite aplicado à cinemática para definir rigorosamente a velocidade instantânea de um corpo como a taxa de variação da posição em um intervalo de tempo infinitesimal.
Componente da aceleração direcionada para o centro da trajetória circular, responsável por alterar a direção da velocidade vetorial de um corpo.
Mede a taxa de variação da velocidade escalar em função do intervalo de tempo.
Calcula a distância horizontal total percorrida por um projétil em solo plano até retornar à mesma altura de lançamento.
Determina a altura máxima atingida por um projétil lançado com velocidade inicial v_0 sob um ângulo \theta em relação à horizontal.
Redução exponencial da intensidade ao atravessar meio absorvedor.
Relaciona as trações ((T_1) e (T_2)) nas extremidades de uma correia ou cabo apoiado em um tambor estático ou em eminência de deslizar, com coeficiente de atrito (\mu) e ângulo de abraçamento (\beta).
Define a coordenada do centro geométrico (centróide (\bar{x})) de uma seção transversal plana por meio de integração ponderada de área.
Parcela da força peso responsável por puxar o corpo para baixo ao longo de um plano inclinado de ângulo \theta.
Parcela da força peso que comprime o corpo contra a superfície do plano inclinado, equilibrada pela força normal N.
Conjunto de seis equações escalares necessárias e suficientes para garantir o equilíbrio estático completo de um corpo rígido no espaço tridimensional.
Calcula a frequência aparente f' percebida por um observador em movimento (v_o) ou fonte sonora em movimento (v_s) em um meio de propagação com velocidade de som v.
Expressa energia cinética como integral do produto escalar entre velocidade e diferencial de momento.
Energia armazenada em uma mola ideal quando comprimida ou esticada.
Energia armazenada por um objeto devido à sua posição em um campo gravitacional uniforme, dependendo da massa m, da aceleração da gravidade g e da altura h.
Descreve a curva exata assumida por um cabo flexível homogêneo de peso próprio uniforme suspenso livremente entre dois apoios sob a ação da gravidade.
Relaciona o momento fletor ((M)) atuante em uma viga com a rigidez à flexão ((EI)) e a curvatura da linha elástica (derivada segunda da flecha de deflexão (v)).
Conservação de energia mecânica aplicada aos fluidos ideais em escoamento, relacionando pressão estática p, energia cinética por unidade de volume e potencial gravitacional.
Versão generalizada da equação de Bernoulli para potenciais dependentes do tempo.
Modelo simplificado de turbulência e ondas de choque.
Expressa a conservação de massa em um fluido geral, incluindo casos compressíveis, via densidade \rho e campo de velocidade \vec{v}.